Alicerce
Sistema de gestão para igrejas

A igreja inteira organizada — e com a cara dela.

O Alicerce cuida das pessoas, dos ministérios e do dinheiro da sua igreja. E entrega, junto, um aplicativo com o logo e as cores dela no celular de cada membro. Tudo em português de igreja, sem treinamento e sem planilha.

Sem instalar nada. Abre no celular e no computador.

Sua igreja não precisa ter departamento de TI nem secretária em tempo integral para ter um sistema e aplicativo próprios.

Não é desorganização.
É que ninguém dá conta de lembrar de tudo.

A sua igreja funciona. O problema é que ela funciona na base da memória de três ou quatro pessoas — e memória não avisa quando falha.

O irmão some e ninguém percebe

Ele falta um culto, falta o outro, e no terceiro já não estranham. Quando alguém pergunta por ele, faz dois meses. Não é descaso: é que não existe como acompanhar duzentas pessoas de cabeça.

O visitante desaparece na segunda-feira

Ele veio, foi bem recebido, alguém pegou o telefone dele num papelzinho. Na semana seguinte ninguém lembra o nome — e ele não volta. Atrair, quase toda igreja consegue. O difícil é o que vem depois.

A escala vive no grupo do WhatsApp

Quem toca, quem recebe, quem fica com as crianças. Combinado por mensagem, soterrado por duzentas outras, e alguém sempre falta sem avisar — porque de fato não sabia.

O tesoureiro leva o caixa na cabeça

Caderno, recibo na gaveta, saldo na memória. Funciona bem — até ele adoecer, mudar de cidade ou alguém fazer uma pergunta na assembleia que ele não consiga responder na hora.

Ninguém sabe o que a igreja pode gastar

Tem doze mil na conta, mas oito já são da reforma e dois da festa das crianças. O saldo do banco diz doze. A verdade é dois — e essa conta é refeita de cabeça toda vez.

A igreja só existe na hora do culto

O membro vê a igreja duas horas por semana. As outras cento e sessenta e seis ele está com o celular na mão — e vocês não estão lá dentro.

A maioria dos sistemas foi feita para empresas.
O Alicerce foi feito para igrejas.

Ele fala de dízimo, oferta, culto, escala, célula e voluntário. Foi desenhado ouvindo quem faz esse trabalho de verdade — a irmã que é tesoureira, o jovem que monta a escala, o pastor que liga para quem sumiu. E foi desenhado para caber em toda e qualquer igreja, da pequena, que é onde quase todo sistema de gestão é inadequado, até a maior.

O que ninguém mais entrega junto

Não é o nosso aplicativo.
É o da sua igreja.

O membro instala o app, e o que aparece na tela dele é o logo da igreja dele — não o nosso. Isso não é enfeite: é a diferença entre “a igreja usa um sistema” e “a igreja tem um aplicativo”.

O logo e as cores da igreja No topo, nos botões, nas artes dos avisos. O app inteiro muda de cara.
Um endereço só dela suaigreja.alicerceigrejas.com.br — o link que a igreja divulga é o dela.
O ícone na tela inicial do celular Entre o WhatsApp e o Instagram aparece a igreja. Sem passar por loja de aplicativo.
Três áreas, três caras O financeiro, o administrativo e o app do membro têm identidade própria — cada um entra e vê só a parte dele.
Nos sistemas concorrentes isso é “personalização”, cobrada como serviço extra. Aqui vem de fábrica, em qualquer plano — e a gente deixa pronto antes da sua primeira conversa com a equipe.

Quer ver como ficaria com o nome, o logo e as cores da sua igreja?

Três áreas, um sistema só

Cada pessoa da equipe enxerga apenas o que é dela. O líder de louvor não vê o caixa; o tesoureiro não vê as fichas das crianças; o membro não sabe que as outras duas áreas existem.

Pessoas e ministérios

A igreja que não perde ninguém de vista

Quem serve, quem esteve presente, quem chegou agora e quem precisa de uma ligação esta semana.

  • Ficha completa: contato, endereço, batismo, profissão
  • Do visitante ao membro, em quatro etapas
  • Relatório de quem precisa de atenção
  • Mensagem de WhatsApp pronta, por pessoa
  • Painel “Quem é a igreja”: idade, sexo, tempo de casa
  • Linha do tempo de cada membro
  • Escala de voluntários, com aviso no WhatsApp
  • Ordem do culto em PDF para a equipe
  • Chamada de presença em um toque
  • Ministério infantil com check-in por QR
  • Células e grupos, com os seus líderes
  • Estúdio de artes para os avisos
A congregação

A igreja na mão de quem congrega

O aplicativo do membro, com a marca da igreja, incluído em qualquer plano.

  • Mural de avisos, agenda e confirmação de presença
  • Jornada bíblica com ofensiva diária
  • Bíblia completa, funciona sem internet
  • A leitura que continua a pregação da semana
  • Pedido de oração reservado ao pastor
  • Notificação no celular, com o app fechado
  • Anotações da pregação e devocional do dia
  • Culto ao vivo e conteúdos da igreja
  • Ofertar por Pix, direto na conta da igreja
  • Prestação de contas aberta para o membro
Finanças

O caixa que responde perguntas

Da cédula contada depois do culto ao balancete que o contador pede, sem passar por planilha.

  • Entradas e saídas em linguagem de igreja
  • Saldo real, reservado e livre, na tela inicial
  • Contagem da oferta com dois conferentes
  • Pix com o QR da igreja, já lançado no caixa
  • Contas a pagar, com aviso antes de vencer
  • Extrato do banco que se classifica sozinho
  • Plano de contas da igreja, por categoria
  • Balancete por período, pronto para o contador
  • Fundos que separam o dinheiro da obra
  • Conferência com o extrato e fechamento do mês
  • Recibo anual de doação por membro
  • Histórico de tudo: quem lançou e quando

Dez minutos de conversa e você vê tudo isso funcionando com os dados da sua igreja.

Oito momentos da semana que mudam de figura

Cada um deles nasceu de um problema real contado por quem lidera uma igreja. É aqui que dá para ver a diferença.

Ministério infantil

A criança só sai com quem pode levar

Cada criança tem uma ficha com quem está autorizado a retirá-la, e com alergia e observação à vista do voluntário. Na entrada sai uma etiqueta com código e QR — uma para a criança, outra para quem trouxe. Na saída, o voluntário lê o QR e o app mostra quem pode levar.

Precisou liberar para a avó que não estava na lista? Pode — mas o app exige o motivo por escrito e registra quem autorizou.
Cuidado pastoral

O app diz para quem ligar esta semana

Não é uma lista de trezentos nomes: é uma fila de prioridade. Em cima ficam os que estão esfriando — 30 a 60 dias sem aparecer —, porque é ali que ainda dá para resgatar. Quem sumiu faz quatro meses aparece embaixo, de propósito: essa pessoa precisa de visita, não de mensagem.

Cada nome já vem com a mensagem de WhatsApp escrita, no tom certo para a situação dela. Um toque e a conversa abre.
Do visitante ao membro

Quem chegou tem um próximo passo, e um dono

O visitante é cadastrado na porta em vinte segundos — só o nome é obrigatório. Dali ele percorre quatro etapas: visitante, retornou, integrando, membro. Cada pessoa tem um próximo passo com data e um responsável.

E o app cutuca: “14 visitantes dos últimos três meses continuam como visitante”. Ninguém puxou essas pessoas ainda.
Contagem da oferta

Dois conferentes, um comprovante assinado

Toque no + a cada cédula e moeda. A soma sai sozinha, sem calculadora e sem papel. No fim, um comprovante com a igreja, o culto, a data, a tabela e as duas assinaturas — pronto para o WhatsApp.

Isso não é sobre velocidade. É sobre proteger as duas pessoas que estão naquela sala contando dinheiro de igreja.
Extrato do banco

Ele aprende o que é cada lançamento

Importar o extrato todo sistema faz. O problema nunca foi importar — é ter que dizer, todo mês, que “PAG BOLETO COPEL DISTRIBUICAO 001234” é energia elétrica. São quarenta linhas, toda vez.

Aqui você diz uma vez. No mês seguinte o extrato já chega preenchido — e o app mostra quantas linhas acertou sozinho.
Contas a pagar

A igreja para de pagar juros por esquecimento

As contas ficam separadas do caixa, porque o que a igreja deve não é o que ela tem. Cadastrar não mexe no saldo: só quando alguém marca como paga o dinheiro sai. E o app avisa antes de vencer, já na tela de início.

A conta que chega todo mês você cadastra uma vez só. Se vence dia 31, fevereiro cai no 28 e março volta para o 31.
Pedido de oração

O que é do pastor fica com o pastor

O pedido nasce reservado: chega só à liderança. “Meu casamento está acabando”, “o resultado do exame sai quinta” — isso não é conteúdo de mural. Quem quiser a igreja orando junto marca a opção, e escolhe se o nome dele aparece.

Quando o pastor encerra com uma palavra, o aviso vai só para quem pediu. O pedido não some da tela dela: vira testemunho.
Prestação de contas

Assembleia sem clima pesado

O relatório sai pronto de três jeitos: em PDF para a assembleia, em planilha para o contador e publicado dentro do app para o membro abrir quando quiser — sem expor quem deu quanto. E o balancete sai por período, no plano de contas da igreja.

Transparência não é só ser honesto. É ser honesto de um jeito que dá para provar, sem depender de ninguém acreditar na sua palavra.

Dado de igreja é dado sensível

Dinheiro, membros, crianças e confidências. Tratamos os quatro com o cuidado que merecem.

Uma igreja nunca vê a outra

A separação é feita no banco de dados, não só na tela.

Cada um vê só o que é dele

Quem cuida da escala não enxerga o caixa. O tesoureiro não lê pedido de oração.

Tudo fica registrado

Quem lançou, quem editou, quem apagou e a que horas.

Os dados são da igreja

Backup completo para baixar quando quiser. Sem ficar refém de ninguém.

Em desenvolvimento

Duas coisas que a gente ainda não vende

Porque ainda não estão prontas do jeito que precisam estar. Quando ficarem, entram para quem já é cliente — sem trocar de sistema e sem custo de migração.

A escola da igreja, dentro do app em breve

Batismo, discipulado, escola de líderes. O pastor grava a aula, monta a atividade e acompanha a nota de cada aluno — e o membro assiste pelo mesmo aplicativo que já usa para a leitura diária.

Contribuição programada em breve

Cada vez menos gente anda com dinheiro no bolso. Quem quiser vai poder deixar a contribuição agendada no cartão ou no Pix, e a igreja vai poder abrir uma campanha com a barra subindo à vista de todos. Hoje já dá para receber por Pix com o QR da própria igreja, que cai direto na conta dela e entra lançado no caixa.

Uma palavra sobre prazo: a gente prefere não cravar data e cumprir, em vez de cravar e atrasar. Quem entra agora ajuda a desenhar essas duas — e isso não é jogo de palavras: metade do que existe hoje no Alicerce veio de pastor pedindo.

O que os pastores perguntam

As oito perguntas que aparecem em quase toda conversa — respondidas do jeito que a gente responderia no telefone.

Minha equipe é mais velha. Vão conseguir usar?

Foi essa a régua do projeto inteiro. A pessoa que a gente imaginou desenhando cada tela foi a irmã de 62 anos que é tesoureira e nunca usou planilha na vida. Letra grande, uma pergunta por tela, nada de termo técnico: em vez de “conciliação bancária”, o app diz “conferir com o banco”. Se a pessoa usa WhatsApp, usa o Alicerce — e a gente acompanha as primeiras semanas junto com a sua equipe.

Já temos um sistema para o financeiro. Serve mesmo assim?

Serve, e talvez seja aí que faça mais diferença. A maior parte do que o Alicerce resolve não é dinheiro: é a escala que vive no grupo do WhatsApp, o irmão que sumiu e ninguém percebeu, o visitante que não voltou, a criança entregue para quem chegou primeiro. O financeiro está lá e é completo — com contas a pagar, balancete e extrato — mas é uma das três áreas, não a razão de existir.

Os membros precisam baixar alguma coisa?

Não. O membro abre um link no celular e coloca o atalho na tela inicial, que fica com o logo da igreja e cara de aplicativo de verdade. Não passa pela loja da Apple nem do Google, não ocupa espaço no telefone e atualiza sozinho. O acesso é por um código que a igreja distribui.

Quanto custa?

Depende do tamanho da igreja e do que vocês querem usar, e o aplicativo dos membros está incluído em qualquer plano. Preferimos conversar antes de falar de número: em dez minutos a gente entende a sua realidade e diz com honestidade se o Alicerce faz sentido para vocês — inclusive se não fizer.

E se um dia a gente quiser sair?

Os dados são da igreja, não nossos. Dá para baixar tudo em planilha a qualquer momento — membros, lançamentos, histórico — sem pedir autorização e sem aviso prévio. Sistema que prende cliente pelo dado é sistema que não confia no próprio valor.

E se a internet cair no meio do culto?

O app continua abrindo e mostrando o que já estava carregado — a Bíblia inteira, por exemplo, funciona sem internet nenhuma. Para gravar algo novo ele avisa que precisa de conexão, em vez de fingir que salvou e perder o lançamento.

Já usamos planilha e caderno. Dá para aproveitar?

Dá, e a gente ajuda nisso na implantação: traz o cadastro de membros e o histórico que você tiver. O que não existir em lugar nenhum a equipe vai preenchendo aos poucos — só o nome é obrigatório para cadastrar alguém, de propósito. Cadastro pela metade vale muito mais que cadastro nenhum.

Isso não é complexo demais para a nossa realidade?

É o contrário: o Alicerce nasceu para simplificar e cabe em todo tamanho de igreja. E você liga só as áreas que fazem sentido — o resto fica desligado e nem aparece no menu de ninguém.

Ficou alguma dúvida que não está aqui? Pergunte direto — a gente responde de verdade, sem roteiro de vendedor.

A gente monta a sua igreja antes de você decidir

Você manda o logo e a lista de membros; a gente devolve o Alicerce já com a cara da sua igreja, os dados dela dentro e um endereço próprio. Aí sim você mexe e decide. Sem custo e sem compromisso — se não fizer sentido, a gente se despede amigos.

Dez minutos de conversa é tudo de que a gente precisa para começar.

Quero conhecer

Preencha e a gente entra em contato. Leva menos de um minuto.

Usamos seus dados só para entrar em contato sobre o Alicerce. Nada de lista de e-mail, nada de repassar para terceiros.

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Recebemos!

Entramos em contato pelo WhatsApp em até um dia útil. Se preferir adiantar, chama a gente no (13) 99148-0770.